Colheita
O fruto colhido maduro, no tempo da mata — não no tempo da fábrica.
SERRA DO AZEITE
Cajati · Vale do Ribeira · São Paulo
O Vale do Ribeira tem a maior extensão contínua de Mata Atlântica do Brasil.
Mais de 2,1 milhões de hectares. Cerca de 21% de tudo que restou do bioma no país.
É essa floresta que cria as condições para um cacau diferente: úmido, sombreado, cultivado no ritmo da mata.
Não é coincidência que o chocolate Serra do Azeite venha daqui. É consequência.
O fruto abre. Dentro, amêndoas frescas envolvidas em polpa branca — o começo de tudo que vira barra.
[ take: macro 5s, slow motion — fruto sendo aberto, polpa fresca, luz lateral ]QUATRO INGREDIENTES. SEM CONSERVANTES.
Sem esconder nada — porque quando a matéria-prima é boa, ela não precisa disfarçar quem é.
Muito chocolate bean to bar atravessa o Brasil antes de virar barra: o cacau nasce numa região e é transformado a milhares de quilômetros. O nosso não precisa. A mesma marca acompanha o chocolate do grão à barra, sem terceirizar etapa nenhuma — e boa parte disso acontece perto de onde o cacau nasce.
Mesmo peso.
Mais fina.
Derrete mais rápido.
O cacau chega nos primeiros segundos.
o relevo da barra reproduz as montanhas do Vale do RibeiraForma nova, essência a mesma.
Por trás de cada barra existe uma escolha: pensar o impacto ambiental e social de fazer chocolate. Comprar o cacau de quem planta no próprio Vale, transformar ele aqui perto — e fortalecer não só quem produz, mas a comunidade ao redor.
Dá gosto ser do Ribeira.
Pedidos direto com a gente · Cajati, Vale do Ribeira — SP
#dagostoserdoribeira